quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Homem? Macaco? Ou outra coisas qualquer? – O Dilema

Sempre me perguntei, se era o homem que descendia do macaco ou o contrario…ou mesmo, se não descendem um do outro!
Isto, por existirem criaturas a habitar neste planeta, que têm coisas de macaco, macacos que mais parecem homens (ou se calhar até o são!), e outras, que fazem figuras que nem o macaco nem o homem faz…
Lembra-me a minha turma e o filme, O Planeta dos Macacos, onde por exemplo, a “macaca principal” é seguramente mais bonita que a maioria das raparigas da minha turma e anda até mais direita, ou seja, em duas patas só, ou, o “macaco vilão” que apesar de ser essa a sua personagem, consegue ter mais charme a dar grunhidos que outros que conheço a tentar engatar metade das raparigas da turma à base de…massagens lombares, ou ainda mesmo, os “macacos secundários” que batem no peito com menos vigor do que muito(a)s, “batem na/com a cabeça” para tentar apanhar os indecifráveis segredos do Photoshop. É lixado mas é verídico.
Outro bom exemplo, é o “tal puto”, que na sua primeira aparição no Jardim Zoológico, na tal cena da foto com o macaco, enquanto o animal permanece calmo e descontraído, o “humano”, anda aos saltos a bater no peito, dar grunhidos ao ouvido do macaco e até fala com este, dizendo-lhe obscenidades. O resultado, claro, é óbvio: No momento da foto, o macaco além de lhe cuspir para cima, ainda lhe dá uma chapada. Quem é o humano? Não sei…mas a escolher um destes…é ela por ela!
Por último, os tais que, sem dar exemplos para não parecer contraditório…tomam “pílulas” e querem entrar para dentro de colunas, têm casa e não convidam os amigos para ir lá comer (nem que seja uma única vez em 3 anos!), “mordem a quem lhes dá comer” (é um trocadilho, mas dá para entender…), não defendem o clube/partido/matilha/amigo com garras e dentes (ainda o afundam), comem de boca aberta e vestem Channel, etc. etc. etc…
Epá, a vida é uma merda, mas é assim…ou somos macacos ou somos homens…ou então…somos outra coisa qualquer.

Mirovsky Esquizofrénico.

sábado, 31 de outubro de 2009

Os artificios das entranhas politicas do sudoeste pan-americano

Esta é uma história de horror, tortura e vigarice. E, agora, vamos à outra que eu vou contar.

Numa tarde de Primavera, num bairro social algures na região metropolitana do sul de Beja, um jovem, vamos chama-lo de Zé, estava a jogar FM(Football Manager) e, na ultima jornada do campeonato, quando ia em primeiro, perdeu o jogo e consequentemente o campeonato. Zé, irado pela derrota, depois de tanto tempo e batotas que tinha investido, saiu do jogo, desinstalou-o, abriu o computador e tirou o disco rígido. Mas Zé não se ficou por aqui, cego de raiva, Zé bateu com a cara na parede, pois não podia ver, mas conseguiu ainda atirar o computador pela sua janela do 1º andar, regou os restos da máquina com gasolina adquirida na bomba do Intermarché com desconto, acendeu um fósforo que tinha ido roubar à carteira do irmão que nunca usa isqueiro e puxou fogo à carcaça que uma vês tinha sido seu fiel amigo e companheiro de tardes secantes. Não satisfeito, Zé chamou os bombeiros para apagarem o fogo que já quase que se expandia a um SEAT azul que ali estava estacionado. Quando os bombeiros abalaram, já com o seu trabalho feito, Zé telefonou para a CMB para que retirassem os restos carbonizados do seu antigo computador e o levassem para o aterro municipal para ser reduzido a 3cm³ de matéria queimada. Zé, contudo, não estava ainda livre do jogo que o atormentara e meteu o disco rígido no congelador durante 3 dias. Passado esse tempo, Zé pegou num coração de porco há pouco tempo morto, pregou-o ao disco e ainda jorrando sangue, zé atirou-o para dentro do Bar Azrael onde foi instantaneamente comido por vampiros que lá costumam andar às sextas e aos sábados à noite.No dia seguinte, Zé subiu ao 2º andar para ir perguntar à sua vizinha se ela lhe podia orientar o número de telefone da produção dos Morangos com Açúcar. Assim foi, e Zé, desprovido de qualquer vergonha, ligou a pedir um mini-gang de putos armados em Writers para que lhe escrevessem , com as suas latas de tinta adquiridas na loja China Grace, em letras gordas na estrada em frente ao seu prédio, um enorme GAME OVER.

Helder.

Post retirado de http://conciliodosdeuses.blogspot.com e feito por mim mesmo à cerca de três anos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Triângulo Baleizão-Cabeça gorda-Salvada

Ah pois é. Estava o pessoal no Tavernas emborcando água mineral quando um informador secreto nos passou a informação de fenómenos estranhos no famoso triângulo Baleizão-Cabeça gorda-Salvada. Todos já sabiam que nesse triângulo geográfico coisas estranhas se passavam como os nomes das terras, mas o que é certo é que com estes novos factos a nós facultados, todo o tráfico de narcóticos da Europa ocidental poderá estar em risco, risco esse que não tarda nada será inspirado por um qualquer carocho da net.
A verdade é que a viagem de Beja até Buenos Aires poderá agora ser feita em 30 minutos. Passo a explicar: foi descoberto, no famoso triangulo Baleizão-Cabeça gorda-Salvada, um worm-hole, uma espécie de buraco espaço-temporal que, em vês de nos ligar a uma civilização na borda do universo, nos liga a Buenos Aires, Argentina. Este facto para anormais procede da seguinte forma: cada vês que um dérbi Boca Juniors - River Plate está a acontecer na capital Argentina, a matéria que está a viajar no triângulo Baleizão-Cabeça gorda-Salvada a mais 80 km/h é aleatoriamente sugada para o estádio Lá Bombonera, e este facto provoca sempre uma paragem no jogo. Os adeptos argentinos são, como se sabe, mais violentos que o Grafe quando está sem tabaco, e com o jogo parado entram instantaneamente em conflito recorrendo frequentemente a armas brancas (Nazis) e armas de fogo. Os motins, sem excepção, alastram-se a toda a cidade atraindo protestantes anti-globalização e anarquistas conhecidos. Quando a maralha chega toda à cidade, tudo é varrido à sua volta, especialmente restaurantes da cadeia McDonnals, cadeia essa que condena à morte milhares de pessoas e vacas.
A previsão mais pessimista do que poderá acontecer no próximo fenómeno é que alguns protestantes poderão roubar uma quantidade astronómica de McBacons e os vá distribuir ao preço de 0.12€ na Somália, Etiópia e Sudão, o que iria destruir a ordem natural das coisas, levando ao caos global, senão vejamos: Com os famintos Africanos a deixarem de o ser, o negócio que é a distribuição de alimentos pela ONU, conduzido pelo filho do secretário-geral (antigo jogador do FC Porto), iria falir, levando a ONU consigo para o buraco. Com a ONU fora do caminho, nada impediria a China de se tentar apoderar do globo, e para isso, os chinos lançariam dezenas de ogivas nucleares para tudo o que era sítio, e com a respostas de todos os outros países, o mundo ficaria arrasado e entrava num inverno nuclear. Os únicos sobreviventes seriam o Corcodile Dundee e um Cooala na Austrália, todos os Kangoroos morreriam de frio. Corcodile Dundee e o Cooala fêmea sobreviventes teriam que procriar dando assim início a uma nova raça dominadora na esfera terrestres: os Cooalúmanos.

Helder.

Post retirado de http://conciliodosdeuses.blogspot.com e feito por mim mesmo à cerca de três anos.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Junkie

Moro num meio pequeno, num sítio situado num pequeníssimo concelho de um pequenerrimo distrito, onde a maioria da população está situada mentalmente no ínfimo Sec. XVI, século esse onde foi coroado rei de Inglaterra, Henrique VIII, mais tarde rei da Irlanda e mais tarde ainda chefe supremo de toda a Igreja da Bretanha e arredores, e quase, quase antes de morrer, quase que era nomeado rei de França… (ganda homem!).

Nesta city onde moro, existem personagens do caralh…neco…vou hoje falar apenas de uma, porque esta representa bem quase todas as outras…Vou-lhe chamar Junkie. Não é por nada, mas penso que este é um nome engraçado e que lhe fica bem…

Quando era puto, 11/12 anos e ainda não tinha maldade nenhuma, só inocência, embora já não fosse virgem e já tivesse partido a cabeça sete vezes, o queixo uma e dado um tiro com uma pressão de ar na mão de um amigo…durante umas férias de verão atribuladas, conheci o Junkie.

Estávamos em Agosto, e assim do nada apareceu o Junkie com um CD de Garotos Podres e meteu “aquilo” a tocar no café onde a malta se reunia. Eu sem conhecer tais artistas quando dou por mim estou a ouvir: “Vomitaram no trem…Vomitaram no trem…” e digo: “FDX, granda nojo”…ao que o Junkie me respondeu: “Ya meu, vomitaram mesmo aquela merd# toda!”… “OK, estas lá!”…pensei eu…e assim fiquei amigo de Junkie.

Durante as férias muitas foram as peripécias e quando estas terminaram, o Junkie emigrou com a família…e este nunca mais voltou “à terra”! Nunca mais até chegar a hora de “irmos à Inspecção a Lisboa!”. Ora já tínhamos 17 anos, foram 5 anos sem Junkie…”já deve ser um homenzinho, e não aquele puto parvo, pensou a malta…”. Bom…querem conhecer o Junkie? Cá vai disto.

Operação Inspecção: Depois de cumprimentos e tal, durante a viagem lá chegamos a Lisboa e como só tínhamos de nos apresentar no dia seguinte…fomos “dar volta a Lisboa”.

Ao passarmos no respeitado jardim, Infância da Calçada Da Tapada, perto da Ajuda (e que falta ela me fez…), Junkie, num acto repentino, pega numa pedra de calçada e atira-a…a um pombo, e neste mesmo acto, escorrega e cai estatelado no chão, enquanto o pombo levantava voo calmamente…

Gera-se um contraste enorme. Passo a explicar, enquanto eu fiquei petrificado com a performance desta personagem, dois velhotes sentados num ordinário banco de jardim, riam à gargalhada e diziam: “Este otário é do Alentejo sem dúvida…”. Depois de recuperar, perguntei:” Yohoooo, estas louco?”, ao que ele me respondeu:”Oi, então eu passo uma noite inteira à caça para matar um pombo, estes zorros têm-nos aqui à mão de semear e não fazem nada?!?! … Após esta situação, abandonamos de imediato o local (sabe-se lá porque…).

Passados uns minutos chegando perto do UTL - Instituto Superior de Agronomia, Junkie, passando ao pé de umas meninas provavelmente frequentadoras daquele ensino, pede lume: “Olha…para a frente senão cais… (foi a arrancada da besta, seguindo-se…), dás-me fire baby?”, ao que elas repostaram: ”És de Namek?” e seguiram a sua marcha…

Junkie rejubilou, e disse-me: “FDX, viste? Não era o Vegeta que era de Namek? O Gajo era bué de bom!”. “O Coraçãozinho de Satã é que era de Namek e não foi por essa “bonita” comparação que te disseram isso”, pensei eu…mas não lhe disse nada, deixei-o ficar com o troféu…

Hora de almoço: Fomos almoçar, e eu vendo já o filme, convenci-o a irmos a um simples snack-bar comer uma bifana. Bad luck… à entrada a besta em plenos pulmões, qual neanderthal, diz à senhora já de idade atrás do balcão: “Oi, váí uma média e uma sandes de presunto…sem osso…ah ah ah!”…No Comment…

Acabado o almoço, fomos directamente para a conhecida pensão com nome de habitante natural daquela cidade perto do rio Sado, que recebe quase sempre a maioria dos penantes que vão fazer o recenseamento, e lá estivemos “quietos” até ao anoitecer. Alias, eu imaginava já nem me mexer de onde estava até ao dia seguinte, mas Junkie teve a rica ideia de irmos…sair um pouco. Ainda eu não tinha metido um pé na rua, já Junkie espreitando pela janela me dizia: “Meu, não precisamos sair. Estão bitches aqui no quarto ao lado!”. Agora é que sim, pensei eu…

Desejei-lhe boa sorte, e disse-lhe que me ia deitar, deixando-o à sua sorte, e assim foi…

Bom, só posso dizer que quando Junkie apareceu, eram 08:30 horas, estava eu de saída para me ir apresentar ao Quartel, e que ele todo despenteado, com a camisa aos quadrados vermelho toda rasgada e com as botas caneleiras todas salpicadas daquilo que parecia ser “aquele líquido viscoso…”, me disse: “Meu, fica para a próxima a Inspecção. Agora vou-me deitar e sonhar com aquela cavalona de ontem à noite…”.

Após isto, esta personagem…nunca mais a vi. Ouvi apenas dizer que está em França apanhando fruta…e cada vez mais JUNKIE.

95% desta pequena história, é baseada em factos incrivelmente verídicos…

Mirovsky Esquizofrénico

domingo, 18 de outubro de 2009

Se DeSeJaX meL, N tEmas as mOxCaS


Flamingo Sílvio optou pela denominadah aktividade d apicultor d moscax.

Às 5 da madrugadah já Flamingo apiculta o varejão-das-manhãx, o xeu garanhão reprodutor a qem ele karinhozamente baptizou de Mr. Mojo.

As moscas q aparexem mortas pelax revistax cor-d-rosa dax operadorax q praticam o êxodo rural no kall-center onde flamingo tem um part-time são as q o acompanham para láh, enfileiradax a seus ombrox. Assim como os piratax têm um papagaio? Exactimente. Com a boininha à robin dux boxqes i tudo. E quando apicultor de mosca xtá lendo o seu horóxcopuh e pelo canto do olho já lacrimijante x depara com uma asa d mosca ocultando a Maya, apicultor de mosca ajoelha e chora. De saudadex? Ele nunca xaberá. Komu x ixo n bastasse as moscídiax tem um cícliclo d vida muito reduzido e Apicultor De Sílvio quando regrexa ao lar chora baba e ranho para dentro das talhax, q axim ficam já polinizadas.

Ele nunka admitirá brinkadeirax, qem tente puxar um diálogo em q o fio da conversa concirna aos mata-moscax e/ou alguém x lhe dirija “oh flamingos, vai-t enxer da moxcas”, o próprio dobra uma nota d 500 euros em 30 e uma mosca entrega-a um jagunxo. O jagunxo elimina.

O sonho do Flamingo é ainda ter um dia o seu mel cotado na Bolsa e cruzar moxcas para q possam ser ordenhadas e x lhes desalbergar o importante lacticínio i kriar u seu queijo de mosca, u Queijo Flamingo. Fikando axim o seu nome para xempre agrafado aox anais da pecuária de moxka.

Max não. O apikultor irá terminar os seus dias numa casa xeia de gatos. Maix koncretamente a telefunar diax inteiros pró xerviço despertar, a partir d um pombal xeio d goteirax.

Os sistemas de implementação de enconomia sustentável no panorama geopolitico global

A problemática do escoamento de mercadorias dos mercados emergentes do sul da Ásia sempre foi a principal preocupação de António, Toni para os amigos. Toni, um medíocre génio que há trinta e três anos havia inventado o aparador de cabelo anal, tentava à meia dúzia de meses desenvolver um modelo de simulação que correspondesse fielmente ao acontecimentos registados recentemente no três tigres asiáticos, como forma de tentar prever futuros acontecimentos económico-financeiros com a simples finalidade de saber quando vender as acções de uma pequena empresa de emcarpetamento de barraquinhas da sagres, adquiridas na bolsa de Banguecoque.
Toni era uma idoso de 40 anos muito tímido, facto que levou Toino, amigo de infância, a ficar genuinamente perplexo quando este lhe perguntou se achava que a rota migratória dos grilos norte africanos iria mudar devido ao aquecimento global.
O dialogo que se segue é a transcrição exacta do que se passou a seguir.
- Oh, oh Toino! Pah, chiba lá aí a tua causa brô! Sei perfeitamente que tás por dentro dessa mamdo aí dos grilos...És é um ótario de merda que quer os lucros só para ti! Vá... - resmungou Toni após a resposta negativa de Toino à sua procura de informações.
Toino posicionou as sobrancelhas cada uma na sua direcção norte-sul, tentando mostrar o seu infundado espanto - Mas...mas eu não se...
- FASCISTA! - Gritou enervadamente Toni, irado com a falta de cooperação do seu comparça de jogos intermináveis de arraióis nos pátios da escola número 7 de São João da Madeira.
- Pah... és muita chato ó Toni...bem dizia a tua mãe que eu te devia de ter feito aquela circuncisão à pedrada a ver se atinavas...Okay, digo-te tudo o que sei se me pagares uma mini à do Abundância e dois meio-palitos. - concordou Toino.
- Feito. - apressou-se Toni a dizer. - Agora chiba-te!
- 'Tá bem. Não sei um quinjas disso...Tás completamente alucinado, alguma vês achaste mesmo que sabia alguma coisa sobre grilos no norte de África? - brincou Toino, com cara de trocista.
Toni, já visivelmente com a cara roxa de tanto ódio replicou - Merda! 'Dasse! Sabes sim porra! Tiraste um curso na Escola Superior Agrária de Beja sobre essa charenga!
- Ah! ZERO! Tirei foi Engenharia do Cavamento da Batata com especialização no tubérculo oriundo do sudoeste do Burundi. - respondeu confiante Toino. - Mais ainda! Tu não reparaste, mas essa cena que 'tás p'r'ái a falar das acções e economia e mais o quê...Não existe mano! Não sei de onde isso veio, mas a verdade é que tu estavas à cinco minutos a cortar fiambre ali atrás nos Frescos, teu habitual local de trabalho, e levaste com um presunto em cima, atirado pelo Chico Zei. Esse estava mesmo contente com a noticia que a Macedónia irá passar a comprar o seu Feijão Marinho em grandes quantidades no próximo trimestre fiscal. Pah...Caíste e ficaste KO durante 20 segundo...Depois acordas-me e vens-me com essas teorias de merda...zero...
- Ai-a caralho...Pois é! - Disse Toni após retomar ao seu estado normal. - Baza lá então ao jarrinho de vinhaça da "mea-tarde". - sugeriu Toni.
- Bute. - Assentiu Toino.

Helder.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

OCEAN SEAS ROYAL BRINCHES



Era uma tarde solarenga na movimentadíssima downtown de Brinches. Brinches uma freguesia portuguesa do concelho de Serpa, com 92,27 km² de área e com 1 175 habitantes, onde residia um empresário de etnia cigana conhecido em todo o concelho de Serpa como Gitão, por ser um individuo muito alto com cerca de 1.69m, pesando cerca de 60.000 gramas (o equivalente a 60kg para ser mais preciso). Gitão tivera uma vida difícil, nunca trabalhara, porque nunca lhe deram aquele emprego que realmente queria como GESTOR DE PEQUENAS MEDIAS MODERADAS MAIS OU MENOS GRANDES MICRO EMPRESAS...
Passando esse amargo momento de Gitão, a vida não lhe correra de feição. Acordava bastante cedo, pegava ás 12:45, tempo para mudar de roupa era mentira, o tomar banho não vinha no dicionário deste rapagão, o ter de ir à ISS buscar o rendimento de reinserção social era um pesadelo. Bem, sorte não era uma palavra muito comum no dia-a-dia de Gitão. Mas eis que surge uma oportunidade flagrante, própria da ocasião, oportuna, invejável, Gitão será convidado para representar uma empresa multi-mundial de cruzeiros vietnamitas...Isso mesmo, vietnamitas, os maiores produtor de ténis da nike, no Vietname.
O representante vietnamita, XUAN NAUX, surge no mercado municipal de Brinches pelas 08:00 da manha para acertar os pormenores do contrato com Gitão, este mesmo seria responsável por todo o cruzeiro do OCEAN SEAS ROYAL BRINCHES e pela a sua tripulação...O fabrico do cruzeiro foi então efectuado na metrópole de Martinhanes, conduzido por dois pedreiros, um padeiro, um serralheiro, dois reformados e 7 Almeidas (homens do lixo)...Ficara lindo, cor roxa, interior todo ele revestido a chumbo chinês, alcatrão importado do Dubai, porcelanas da Etiópia, janelas feitas por Mário Pirolito(individuo que trabalha por conta própria em vidros), cozinha toda ela sobre o domínio de João Rodrigues, homem que era conhecido por desmontar uma sapateira, monta-la, e pôr-la viva de novo, era um senhor da gastronomia e principalmente da restauração. O Cruzeiro ficara pronto em 2 dias, pronto para andar nas terras sul-europeias...
Numa terça-feira foi então inaugurado o OCEAN SEAS ROYAL BRINCHES, com a presença de celebridades a nível mundial: Angélico dos morangos com açúcar, Abundância da multinacional Lápis Magico, Fátinha do café Marinela, toda a família de Gitão, XUAN NAUX, bandas como Máscara e Ventas de Exterko, Chico Zei, o tutor da patente do Feijão Marinho e o Presidente da junta de freguesia de Brinches António Viana. OCEAN SEAS ROYAL BRINCHES partiu então numa viagem com destino a Agua Derramada, pertencente a Grândola, numa viagem muito atribulada, muitos eram os barqueiros que se interpunham no caminho e para alem disso, perto de Selmes, Gitão e sua tripulação são mandados parar por agentes da Força Aérea Portuguesa...O agente multará Gitão por este mesmo não ter efectuado o chamado "pisca". Adversidades que não impediram este cruzeiro de luxo de continuar com sua viagem...Nessa mesma Terça-feira, já com o por-do-sól, o OCEAN SEAS ROYAL BRINCHES atracara na marina de Agua Derramada com grande euforia, recebidos por cerca de 5 agua-derramenses...Gitão continuou como chefe do OCEAN SEAS ROYAL BRINCHES fazendo viagens invejáveis a: São Brissos, Corte Gafo, Ervidel, Santa Vitoria, À-do-Pinto, São Matias entre tantos outros destinos paradisíacos...Uma vida de deixar qualquer ser humano de agua na boca.

Tiago.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Metamorfose ESE-Sem Lei

Eram 17 horas, o calor emanado daquele sol infernal era combatido com o principal néctar português...Sagres, para o cheiro a cavalum que se fazia sentir, tínhamos a brisa do mar e
para o otário que dançava sem parar carregado de LSD, estavam lá os Ventas de Exterko! O dia prometia...mas pouco, porque...quando dei por isso lá estavas tu...
De costas não te reconheci, mas de perfil...essas pa(s)tilhas à lá montanhês não enganavam ninguém. Eras tu! Belzebu multimédiatico.
Durante todo o Festival topei-te. Ora abanavas a cabeça, ora rias como se a Adobe te tivesse nomeado embaixador do Photoshop na Tunisia, e assim sendo, fui-te observando...e conhecendo
melhor. A partir deste encontro de 3º(d) grau, muitas foram as certezas e muito mais foram as dúvidas com que fiquei. Explicando, ou melhor...mediatizando certezas: Certamente tens uma fobia a conceitos como humildade/igualdade (de direitos), uma vez que quando os bons dos rapazes tocaram a extraordinária malha "Homem Merda", apontavas orgulhosamente para a tua barriga e dizias: "Sou Eu, Sou Eu". Sim eu também sei que quando queres és merdoso, não fosse isso uma "ARTE", e "para as ARTES és tu um rei..." (BOOMMMM, como dizem alguns dos meus amigos!). Não sei se seras humano, quer dizer, no sentido lato da palavra. Não estou a falar de fazer birrinhas, ser vingativo, etc etc...Estou a falar desse tique nos olhos, e no crânio à Shrek.
Por fim..."Para o ano já não te apanho, txaram ram ram !!!!"
No que diz respeito à mediatização de dúvidas:
- As pa(s)tilhas são verdadeiras ???

Mirovsky Esquisofrénico.

Isto de falar de politica e de futebol é a mesma coisa até se começar a referir nomes







terça-feira, 13 de outubro de 2009

Maior exportador de feijao marinho

Já alguém pensou de onde surgiu o feijão marinho? Qual a sua história? A sua origem? De onde surgiu a sua afirmação alem fronteiras? Bem, penso que todas as pessoas deviam de saber esta história de dois gumes.
Um dia normal na grande metrópole que é a Mina de São Domingos, a respectiva aldeia mineira correspondente a um antigo couto mineiro localizado na freguesia de Corte do Pinto, concelho de Mértola, Portugal; os são-domiguenses vão trabalhar na respectiva mina e o que é que acontece NA HORA DE ALMOCO???? NADA, nada, normal. Passadas algumas horas depois da denominada marmita, chega a hora do tem-avondo do trabalho e é ai que surge o pai do feijão marinho Chico Zei, um homem já com alguma idade, idoso, velho, com os pés prá cova, vá, passeando-se com um saco do lidl de 2 cêntimos revestido com plástico nazi-o-alemão que continha cerca de 1kg de feijão manteiga, Chico Zei pára então na água cristalina da lagoa ácida da mina de São Domingos para molhar os pés á beira-mar. Mais tarde nesse mesmo dia, Chico Zei tinha reparou que o tempo estava agreste, estava um calor muito abafado, o sol mal se via, as nuvens estavam negras e avista-se um dia ruim, mas nunca pensara no que se iria suceder.
Chico Zei enquanto molhava os pés avistou uma onda pequena a 2 metros de distancia que, quando chegou aos pés dele já não era nada, e é ai que por detrás dessa onda tímida surge então a catástrofe um Tsunami na lagoa acida da mina de são domingos que devastou por completo a loja dos frescos do
Titónio, irmão de Chico Zei. O Tsunami matou 7 achigãs, 2 pombos, 4 varejeiras, 2 vacas, enfim, prejuízos incalculáveis. Chico Zei ficou normal, não lhe aconteceu nada, mas e o feijão manteiga? Ah pois, é que esse ficou encrostado na lagoa como que semeado á mão, juntamente com o saco nazi-o-alemão do lidl que se desfez por completo sugado pela acidez da lagoa. Passados 2 dias eis que o feijão manteiga se alastra por completo na crosta marinha da lagoa e começam-se a ver os primeiros rebentos do feijão marinho, mas com uma curiosidade, vinha com o logótipo do lidl incorporado. Será o destino? Não se sabe. Então o feijão marinho passou a fazer parte da gastronomia são-dominguense incluído em parte das refeições do dia-a-dia... Algum tempo depois o feijão marinho já era vendido a nível nacional, mas nunca conseguira alcançar o prestigio alem fronteiras. Foi então que num dia tórrido aterra no aeroporto internacional da Mina São Domingos o presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, no seu ultra-leve de 1 lugar, só com uma ideia em sua cabeça: adquirir o feijão marinho, por este mesmo ser uma arma nuclear nunca antes vista, por ser mais barato e por ser uma arma mortífera no que diz respeito a ataques bombistas.
Mahmoud Ahmadinejad passou a ser o principal comprador de feijão marítimo do mundo. Assim se fez a história do conceituado feijão. Anos mais tarde Chico Zei recebeu uma medalha de honra do Presidente da República Portuguesa e da Républica Islâmica do Irão.

Tiago.