sábado, 31 de outubro de 2009

Os artificios das entranhas politicas do sudoeste pan-americano

Esta é uma história de horror, tortura e vigarice. E, agora, vamos à outra que eu vou contar.

Numa tarde de Primavera, num bairro social algures na região metropolitana do sul de Beja, um jovem, vamos chama-lo de Zé, estava a jogar FM(Football Manager) e, na ultima jornada do campeonato, quando ia em primeiro, perdeu o jogo e consequentemente o campeonato. Zé, irado pela derrota, depois de tanto tempo e batotas que tinha investido, saiu do jogo, desinstalou-o, abriu o computador e tirou o disco rígido. Mas Zé não se ficou por aqui, cego de raiva, Zé bateu com a cara na parede, pois não podia ver, mas conseguiu ainda atirar o computador pela sua janela do 1º andar, regou os restos da máquina com gasolina adquirida na bomba do Intermarché com desconto, acendeu um fósforo que tinha ido roubar à carteira do irmão que nunca usa isqueiro e puxou fogo à carcaça que uma vês tinha sido seu fiel amigo e companheiro de tardes secantes. Não satisfeito, Zé chamou os bombeiros para apagarem o fogo que já quase que se expandia a um SEAT azul que ali estava estacionado. Quando os bombeiros abalaram, já com o seu trabalho feito, Zé telefonou para a CMB para que retirassem os restos carbonizados do seu antigo computador e o levassem para o aterro municipal para ser reduzido a 3cm³ de matéria queimada. Zé, contudo, não estava ainda livre do jogo que o atormentara e meteu o disco rígido no congelador durante 3 dias. Passado esse tempo, Zé pegou num coração de porco há pouco tempo morto, pregou-o ao disco e ainda jorrando sangue, zé atirou-o para dentro do Bar Azrael onde foi instantaneamente comido por vampiros que lá costumam andar às sextas e aos sábados à noite.No dia seguinte, Zé subiu ao 2º andar para ir perguntar à sua vizinha se ela lhe podia orientar o número de telefone da produção dos Morangos com Açúcar. Assim foi, e Zé, desprovido de qualquer vergonha, ligou a pedir um mini-gang de putos armados em Writers para que lhe escrevessem , com as suas latas de tinta adquiridas na loja China Grace, em letras gordas na estrada em frente ao seu prédio, um enorme GAME OVER.

Helder.

Post retirado de http://conciliodosdeuses.blogspot.com e feito por mim mesmo à cerca de três anos.

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